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Publicado: 18/02/2017 às 08:37:12
‘Febre Amarela’: Médica da Unimed Limeira orienta sobre a doença e vacina
Infectologista observa que não há necessidade de tumulto ou pânico para se imunizar
Conhecida como ‘Febre Amarela’ devido a cor amarelada que deixa na pessoa infectada, a doença viral possui gravidade variável, e é caracterizada clinicamente por insuficiência hepática e renal (mau funcionamento do fígado e dos rins). 

De acordo com a médica infectologista da Unimed Limeira, Dra Maria Beatriz Bonin Caraccio, que há 22 anos atua na área da infectologia do Hospital Unimed - HUL, a doença pode se apresentar em vários graus de gravidade, e em casos mais graves pode levar o paciente à morte. “Nos casos mais sérios, até 40% das pessoas infectadas podem evoluir para o óbito”, explica.

A transmissão do vírus ocorre através da picada dos mosquitos transmissores infectados, sendo o Aedes Aegypti vetor responsável pela transmissão na área urbana. A infectologista explica que a Febre Amarela é uma doença silvestre. “É uma doença de macacos que vivem nas matas, e a transmissão ocorre quando um mosquito pica um macaco infectado e depois o homem, incubando a doença. Não há contágio de pessoa para pessoa”, enfatiza a Dra Beatriz.
Além da vacina, segundo a médica da Unimed Limeira, a melhor maneira de evitar a transmissão é não deixar água parada para impedir criadouros do mosquito. “Devemos proceder exatamente como nos precavemos de águas acumuladas para evitar doenças como a Dengue, Zika Vírus e Chikungunya. Também devemos usar os repelentes como aliados”, orienta.

Outros sintomas da Febre Amarela são: febre alta, mal-estar, dores de cabeça, náuseas e sintomas abdominais, ainda podem ocorrer sangramentos. 

VACINAS

A vacina contra a Febre Amarela é indicada para quem vai viajar para áreas de risco. “Quem já tomou uma dose da vacina nos últimos 10 anos, basta tomar a segunda – após estas doses não é preciso se revacinar. Também, não há necessidade de desespero ou de ‘correria’. A vacina deve ser tomada com 10 a 14 dias de antecedência ao dia da viagem. Não adianta tomar em um dia e viajar no outro, pois a pessoa não estará imunizada”, observa a Dra Beatriz.

A médica da Unimed Limeira afirma que mesmo para quem vai viajar para áreas de riscos é preciso avaliação, já que se trata de vacina produzida com vírus vivo e, portanto, existe a possibilidade de efeitos colaterais. “Bebês, idosos, usuários crônicos de corticoides ou outros imunodepressores, portadores de HIV, devem procurar recomendação médica para vacinação. Gestantes não devem tomar - salvo sob orientação médica. Para todos os casos é importante que a pessoa não se automedique. Havendo sintomas, deve-se procurar orientação médica”, ressalta a infectologista. 
Confira as áreas de risco atualizadas diariamente no site do Ministério da Saúde: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2017/fevereiro/09/COES-FEBRE-AMARELA-INFORME10-Atualizacao-em-06fev2017.pdf
Fonte: Unimed Limeira
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