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Paulo César Tamiazo
Coluna: Revivendo a História
Publicado: 09/11/2016 às 16:31:55
Notícias sobre Cordeirópolis na imprensa de Limeira entre 1951 e 1956
Este texto visa divulgar os resultados de pesquisa realizada na década passada no acervo dos jornais de Limeira que estavam guardados no Museu “Major José Levy Sobrinho”. Muitos destes dados foram acrescidos e complementados pelas pesquisas posteriores, especialmente com documentação da internet e dos jornais digitalizados e informações relevantes puderam ser confirmadas posteriormente. 

A primeira referência do período é a realização da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cordeirópolis, que entraria no terceiro ano de sua legislatura. Para presidente, foi eleito Bento Avelino Lordello, do PSD, partido do Prefeito de então, Aristeu Marcicano. Para Vice-Presidente, foi eleito Pedro Antonio Hespanhol, acompanhado de Adolpho Frattini e Angelo José Mazutti. Tanto Pedro Hespanhol como Mazutti eram empresários, o primeiro atuando na comercialização de café e produtos agrícolas e o segundo na área de produção de artefatos de madeira. 

Segundo informação de 1º de março daquele ano, refletindo os resultados do Censo de 1950, Cordeirópolis tinha 6.300 habitantes. Conforme já citamos anteriormente, mais de 15 anos depois a cidade tinha sofrido um crescimento de quase 30%, quando, no início da década de 1970, contava com 8.300 habitantes. 
Em 14 de fevereiro de 1951, na área de classificados, encontra-se uma nota curiosa: “Aluga-se um salão à Praça Luciano Esteves, defronte ao Limeira Clube (cidade). Tratar em Cordeirópolis com a viúva Elias Abrahão”. 

Em 15 de março, aparece um artigo falando sobre a criação da Associação Telefônica de Limeira, onde se perguntava “Qual o destino da Cooperativa”, que era a empresa anteriormente responsável pelo serviço telefônico da cidade. Para uma recuperação das relações da companhia com Cordeirópolis, veja nosso artigo nesta mesma área. 

Em abril, anuncia-se a construção de quatro casas, situadas à Rua 7 de Setembro, nºs 270, 276, 282 e 286, esquina da Rua 13 de Maio, por responsabilidade da CACI. O terreno em que elas iriam ser construídas fazia limite com propriedades de José Romano, com as casas e com propriedade de Silvio Martins nos fundos. Parece que ainda hoje este trecho da rua mantém as mesmas numerações. 
Em maio de 1951, em um anúncio, citava-se que a Rodovia Anhanguera era chamada de “Rodovia S. Paulo-Minas”, e que a Estação Experimental de Citricultura estava situada entre Limeira e Araras. 

Em junho de 1952, uma seção denominada “In Illo Tempore” do jornal “O Limeirense” recupera notícia publicada naquela folha em 10 de novembro de 1889, cinco dias antes da proclamação da República, em que se dizia:

“A Colônia Portuguesa de Cordeiros convida as demais nacionalidades para assistirem à missa de 30º dia do passamento do Rei de Portugal, D. Luiz I, que se realizará no dia 19 do corrente, às 10 horas, naquela povoação”. 

Lembramos que a Capela de Santo Antonio dos Cordeiros já estava em funcionamento desde 1886, portanto há 130 anos. 
Em maio e agosto de 1952 é noticiada a existência de racionamento de energia elétrica, uma vez que as pequenas hidrelétricas que serviam à região não conseguiam atender a demanda, devido ao crescimento populacional e econômico de Limeira e Cordeirópolis. 
Ao mesmo tempo, se anuncia o início dos serviços de calçamento da Praça João Pessoa, depois chamada Praça Comendador Jamil Abrahão Saad, conhecida atualmente como Praça da Matriz. Este calçamento perdurou por 60 anos, sendo removido na reforma efetuada em 2012. A praça foi inaugurada oficialmente em março de 1953, uma semana antes do final do mandato do então prefeito Aristeu Marcicano. 

Em agosto, foi feita a publicação oficial de uma concorrência pública para acabamento interno e externo do Posto de Puericultura. Conforme vimos em outras oportunidades, o atendimento básico de saúde, que atualmente é chamado de “baixa complexidade”, era feito em Cordeirópolis pelo PAMS (Posto de Atendimento Médico-Sanitário) e pelo Posto de Puericultura, dedicado aos cuidados para as crianças em idades iniciais. 

Em outubro, noticiou-se o falecimento do vereador Antonio Joaquim Rodrigues. Estranhamente, não foi encontrada a notícia do falecimento de outro vereador daquele período, Adolpho Frattini, que, segundo depoimentos, suicidou-se atirando-se na linha ferroviária. 

Em novembro, divulga-se que as eleições para o mandato que deveria iniciar em 1953 e terminar em 1957 seriam em 7 de dezembro de 1952. Para isso, foram nomeadas as mesas eleitorais que compunham o Município de Cordeirópolis. Na primeira seção, eram componentes os srs. André Vieira de Magalhães, contador da Prefeitura Municipal, Teresinha Pio Soares e Antonio de Aquino. Os votantes desta seção começavam, em ordem alfabética de sobrenome, por Martha Salibe Abrahão, terminando por Sebastião Francisco Campos. 

A segunda seção tinha como presidente o professor Prudente de Negreiros, acompanhado do empresário Francisco Sanchez Félix e de Davilia Ramos da Motta Pio. Nesta seção votavam os eleitores, em ordem alfabética de sobrenome, de Nestor Canato até Antonia Aparecida Gambarotto. 

A terceira seção tinha como presidente o Sr. Renato Vieira de Magalhães, sendo membros o Sr. Laércio Dias e Américo Bertão, funcionário do setor de saúde. Nesta seção, votavam desde Antonio Gambarotto até Belmiro Franco de Moraes. 
Na quarta seção, os membros eram o coletor federal Alcides Martins, Orlando de Lucca e Orlando Gervásio, sendo votantes neste setor desde Cesarino Franco Moraes até Neuza Ruco. Na quinta seção, os membros da mesa eram Oscar da Silva Villaça, Antonio de Oliveira e Francisco Viana de Souza, que trabalhava no correio. 
Os eleitores começavam em Benedicto de Sá e terminavam em Manoel Morgado Zuzarte. Segundo documentos públicos pesquisados com autorização do titular à época, este Zuzarte era filho adotivo de um comerciante pioneiro de Cordeiro, com o mesmo nome. 
Em 14 de dezembro, publica-se o resultado da eleição. Para Prefeito, pela coligação PSD-PDC, com 819 votos, foi eleito o Dr. Cássio de Freitas Levy, tendo seu concorrente, Jamil Abrahão Saad, da coligação PSP-PTB-PTN-UDN, com 561 votos. Para Vice-Prefeito, foi eleito com 844 votos, pela coligação PSD-PDC, o professor Bento Avelino Lordello, que venceu seu concorrente, Lucio Burger, com 521 votos. 

Vale lembrar que, naquela época, a eleição para prefeitos e vices era separada, sendo comuns os casos em que eram eleitos políticos de partidos diferentes. A votação para o Legislativo foi bem fragmentada, sendo que a maior votação do PSD para vereador foi do próprio prefeito que estava saindo, Aristeu Marcicano, com 109 votos. Em segundo, ficou Manoel Pereira dos Santos, com 57, proveniente do bairro da Fazenda Velha. Em terceiro, ficou o professor e diretor escolar Jorge Fernandes, com 45. Em quarto, ficou Orlando Zanetti, com 40. Foram eleitos Aristeu Marcicano, Manoel Pereira dos Santos e Jorge Fernandes. 

No PSP, partido da então oposição municipal, mas que liderou a criação do Município de Cordeirópolis em 1948, os melhores classificados foram: Angelo Pagotto, com 79 votos, funcionário público estadual; em seguida, Braz Della Coletta, com 67 votos, funcionário público federal; em terceiro, ficou Durval Alves, com 66 votos, administrador de uma tecelagem, e que já tinha sido eleito vereador em Limeira; em quarto, ficou Ismael de Camargo. A legenda obteve 395 votos e foram eleitos Angelo Pagotto, Braz della Coletta e Durval Alves. 

Pelo PDC, partido coligado ao PSD para o Executivo, tiveram as maiores votações: Pedro Antonio Hespanhol, com 165 votos; Armando Pinke, em segundo lugar, com 50 votos;  Paulo Simões, com 45 votos e José Mascarin, com 21. Todos foram eleitos. A legenda obteve 409 votos. 

O PTB, partido coligado ao PSP, teve sua maior votação com Mario Zaia, 53 votos, seguindo depois Olindo Beraldo, com 31 votos, Luiz Milaré, com 22 votos e Sebastião de Campos, com 15. Por este partido, só foi eleito Mario Zaia. No cômputo geral, a coligação vitoriosa elegeu 7 vereadores, e a oposição 4. 
Iniciando o ano de 1953, a imprensa de Limeira registra o jogo entre o Guarani de Campinas e o Juventus de Cordeirópolis, que empataram por 1 x 1. O comentarista esportivo valorizou o empate, dizendo que “o resultado conseguido pelo onze bugrino vale por uma vitória, pois o quadro juventino, em seu campo, é um adversário perigoso”. 

Como conseqüência da criação da Telefônica de Limeira S/A, foi anunciado em março de 1953 que estavam abertas as inscrições para aquisição de “telefones automáticos”, mas só em Limeira. Mais uma vez, tinha sido realizada a prova de ciclismo chamada “18 de Março”. Três ciclistas de Araraquara, Adolfo Fechia, Carlos Schultz e João Paura, foram os melhores colocados, sendo que Onofre Módolo, de Cordeirópolis, chegou em 4º. O melhor classificado de Limeira foi Osmar Bertolini, em 7º.

Em maio de 1953, foi realizada outra prova ciclística, tendo Pedro Stocco, de Catanduva, classificado em 1º lugar, com o 4º lugar cabendo a Osmar Bertolini de Limeira e o 5º a Onofre Módolo, de Cordeirópolis. Ainda neste mês, registram-se problemas de fornecimento de energia elétrica, relacionados ao período de estiagem. 

No fim de maio, relembra-se, pelo “Limeirense”, uma reportagem de 1908 em que o Juiz de Direito de Limeira teria julgada “improcedente” a denúncia contra Elias Abrão por ferimentos causados em Camilo Salomão. Em novembro, registra-se o acontecimento de uma “luta corporal” de Joaquim Pires Bueno com Alberico Ferreira, ocorrida na “Casa Frattini”, situada na esquina da Rodovia SP-316 com a Rua do Barro Preto, próximo à ferrovia. 
Em 1954, dois acontecimentos importantes: a inauguração do sistema automático da Telefônica de Limeira, ocorrido em 1º de abril, e a desapropriação pelo DER (Departamento de Estradas de Rodagem), para a construção da estrada estadual que depois seria chamada de Washington Luiz, de uma faixa de terreno de propriedade de Antonio Caio de Freitas Guimarães, situada no perímetro urbano de Cordeirópolis, entre a subestação e a linha férrea, contendo um pastinho de terras acidentadas e duas linhas de alta tensão, posteriormente desativadas.

Em julho, recorda-se o falecimento do Dr. José Quinteiro, dentista, casado com Judith Macedo Soares, com 66 anos. Ele tinha deixado filhos: Elza Mora de Freitas, casada com Oswaldo Mora de Freitas; Haydée Moraes Alves, casada com Lelio Moraes Alves; João Carlos Macedo Soares Quinteiro, casado com Clyses Belfiori e José Roberto Macedo Soares Quinteiro, casado com Taysa de Macedo Soares.  
Em agosto, novamente volta o racionamento de energia elétrica. No mês seguinte, é publicada a relação de componentes das mesas receptoras para as eleições de 3 de outubro de 1954, que elegeu o governador, senadores, deputados federais e estaduais. Na primeira seção, presidida por André Vieira de Magalhães, faziam parte Antonio Luiz Cicolin e Alcides Aparecido Hespanhol. Na segunda, a presidência era de Carlos Aulo Stocco Lordello, filho do Vice-Prefeito Bento Lordello, Wanderley Roveda e Francisco Vianna de Souza. 
Na terceira sessão, a presidência cabia a José Waldemar Kosmel, sendo membros Rubens Gomes de Aguiar e Agnaldo Dias. Na quarta seção, estava o vereador Jorge Fernandes, Sebastião Moraes e o empresário Francisco Sanchez Félix. Na quinta, a presidência ficava com Oscar da Silva Villaça, Moacyr Hespanhol e Lourdes Mazutti Kosmel. Na sexta, os funcionários da Coletoria Estadual, Alcides Martins e Sergio Dias, acompanhados de Orlando Gervásio. 
Em 30 de setembro, é divulgada a lista de eleitores para as seções: na 1ª, continuava a votar desde Martha Salibe Abrahão até Elvira Calderaro; na 2ª, de Ernesto Calderaro a Wilma Ferreira; na 3ª, de Evaristo Ferro até Newton Emelino Masutti; na 4ª, de Ramilde Masutti até Benedito Pio; na 5ª, de Davilia Ramos Pio, até Helena Tocchio, e na 6ª, de Irene Tocchio até Manoel Morgado Zuzarte. 
Em 10 de outubro, o jornal publica o resultado das eleições em Cordeirópolis. Em primeiro lugar para Governador ficou Prestes Maia, da coligação UDN-PSD, com 744 votos; em segundo, Adhemar de Barros, do PSP, com 445 e em terceiro, Jânio Quadros, da coligação PSB-PTN, com 297. Wladimir de Toledo Piza, candidato do PTB, teve 12 votos, com 45 brancos. 

Para Vice-Governador, Cunha Bueno (UDN-PSD) teve 746 votos, com Erlindo Salzano, do PSP, em segundo, com 446. Em terceiro, ficou Porfírio da Paz, do PTB, com 297. Entretanto, foi eleito Jânio Quadros.  

Para Senador, foram lembrados o Padre Calazans, com 704 votos, Juvenal Lino de Mattos (PSP), com 422 votos, Euclides Vieira, com 420 e Hugo Borghi, com 720. Também tiveram votos Auro Soares de Moura Andrade, com 238 e Canuto Mendes de Almeida, com 32. Foram 566 votos em branco. Apesar de não terem boas votações em Cordeirópolis, foram eleitos Juvenal Lino de Mattos e Auro Soares de Moura Andrade.

Naquela época, havia também eleição para Suplente de Senador. Neste caso, tiveram votação em Cordeirópolis Cristiano Silva, com 704; Antonio Carlos de Barros Filho e Sinésio Rocha, empatados com 420 e Antonio de Paula Leite Neto, com 714. Também foi votado Paulo Abreu, com 31. Foram 813 votos em branco e 8 nulos. Não encontramos quem venceu a escolha. 

Em 17 de outubro, foi marcada a realização de um “enterro simbólico” do presidente da SACERC (S.A. Centrais Elétricas de Rio Claro), devido às constantes interrupções e racionamento da energia elétrica, a se realizar no dia 22, fato confirmado por depoimentos recebidos em nossas pesquisas sobre a história e a memória de Cordeirópolis. 
O ano de 1955 começa com reportagem falando que na Estação Experimental do Estado estava sendo inaugurado o “estádio” Guilherme Spagnol, com jogos do Infantil do Citrus, que venceu a Fazenda Santa Tereza por 2x0 e os Aspirantes, que venceram o Hassai por 5x1. Jogando contra o Rio Claro F.C., o time do Citrus perdeu por 5x1. O árbitro da partida foi Antonio Hipolito e o pontapé inicial foi dado por Carlos Roessing, chefe da Estação. 

Em março, foi determinada a proibição da pesca na Represa de Cascalho, baseando-se na Lei Estadual nº 2182/1953, que definia “normas tendentes a evitar a contaminação e poluição das águas litorâneas ou interiores, correntes ou dormentes, e dá outras providências”, dada a situação crítica em que se encontrava a represa, principal manancial de Cordeirópolis e Limeira. 

Em setembro, foi publicado edital de membros das mesas eleitorais, indicando que as seções 1 a 5 estavam situados no Grupo Escolar “Coronel José Levy” e as seções 6 e 7 no Grupo Escolar do Bairro do Cascalho, para as eleições para Presidente e Vice-Presidente da República, que iriam ocorrem em 3 de outubro.
 
Para a 1ª, compunham a mesa André Vieira de Magalhães, Jaques Aparecido Vitte, Alcides Aparecido Hespanhol, Antonio Aparecido Cicolin e Angelo Pagotto, tendo como suplentes Américo Bertão, Clodoaldo Pinke e Luiz Beraldo. Nesta seção, votavam de Martha Salibe Abrahão a Sebastião Bueno de Camargo.

A 2ª seção era composta de Carlos Aulo Stocco Lordello, Wanderley Roveda, Pedro Beraldo, Wagner Roveda, Milton Antonio Vitte, tendo como suplentes Hartevor Corte, Amadeu Stocco e Antonio Cerqueira Pinto. Neste local, votavam de Gentil de Oliveira Campos a Antonio Lourenço Franco. 

A 3ª seção era composta por José Waldemar Kosmel, Irio Alves, Agnaldo Dias, Sérgio Dias e Antonio Esteves Filho, sendo suplentes Oswaldo Hubner, Angelo Masuti e Antonio Thirion. Neste local, votavam de Rosa Franzoni a José Domingos Mercuri. 

A 4ª seção era composta por Francisco Viana de Souza, Hermínio Zanetti, Ismael de Camargo, Sebastião Moraes e Francisco Sanchez Félix. Eram suplentes Fernando Siqueira, Fernando Pagnoca e Ciro Tulimoski. Neste local, votavam de Palmira Scaringi Mercuri até José Francisco Rovere. 

A 5ª seção era composta de Oscar da Silva Villaça, Geraldo Fonseca, Aldo José Bianchi, Rubens de Aguiar e Gusmar Rodrigues de Carvalho, sendo suplentes Moacyr Dias, Olindo Beraldo e Orlando Gervásio. Neste local, votavam de Neusa Rucco a Manoel Morgado Zuzarte. 

Pela primeira vez, se definem duas seções eleitorais para Cascalho. Na 6ª seção, composta por Alcides Martins, Guilherme Spagnol, Laércio Dias, José de Lucca, Teleforo Sanchez Félix, além dos suplentes Alcides Betti, José Marcolino Ramos e Glomercidio Della Coletta, votavam de Jorge Pedro de Alcântara a Antonio Nardini. 
Na 7ª, composta por Fausto Goulart Ribeiro, Moacyr Hespanhol, Antonio Ragazzo Filho, Braz Della Coletta e Osvaldo de Souza Barbosa, tinham como suplentes Jacob Tomazella, Ademar Minatel e Constante Peruchi. Em 29 do mesmo mês, substituiu-se Ismael de Camargo por Cyriaco Antonio Hespanhol e Jair Gomes de Aguiar no lugar de Guido José Bianchi. Não se sabe o resultado da eleição. 
Em outubro, é publicado o edital de proclamas do casamento de Carlos Steinmeyer, viúvo, farmacêutico, natural da Sumatra, Índia Holandesa, filho de Carlos Steinmeyer e Bertha Von Lenvez, nascido em 7 de abril de 1879, contando 76 anos, com Olga Spadotti, nascida em 17 de julho de 1922, ou seja, com 33 anos. Um curioso relacionamento, que daria uma boa pesquisa. 

Em janeiro de 1956, divulga-se um acidente em que perdeu a vida Sylvio Belatti, com 52 anos, que, segundo a reportagem, teve as duas pernas e um braço cortados, deixando sua mulher, Georgina Bellatti e quatro filhos. Em março, divulga-se que foi determinada a suspensão, por cinco dias, do Sr. José Marcolino Ramos, guarda da represa de Cascalho, certamente após os fatos que determinaram a suspensão da pesca no local, por infração à legislação de combate à poluição. Por fim, em outubro, divulga-se que as inscrições de eleitores seriam feitas diariamente, das 8 às 10, na Sala da Câmara Municipal, até 9 de novembro. 

Em uma próxima oportunidade, divulgaremos as informações recuperadas dos jornais “Gazeta de Limeira” e “O Limeirense” nos períodos de 1948 a 1950 e de 1957 a 1958, fruto de uma pesquisa realizada cinqüenta anos após os últimos acontecimentos.
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