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Paulo César Tamiazo
Coluna: Revivendo a História
Publicado: 16/04/2014 às 23:25:25
Notícias do jornal “O Estado de São Paulo” sobre Cordeirópolis na década de 1960
Graças à iniciativa de diversos jornais de grande circulação e de instituições de preservação da memória, nos últimos anos ficaram disponíveis ao grande público, todas as páginas digitalizadas das edições destes periódicos, dentre eles o “Estado de São Paulo”.

Levando ao conhecimento dos leitores as descobertas feitas no ano passado, neste texto vamos recuperar as notícias encontradas, com referências a Cordeirópolis, no jornal citado durante a década de 1960, inclusive durante o ano de 1970.

A primeira referência encontrada foi a edição de 13 de março de 1960, onde, falando da greve da Companhia Paulista de Estradas de Ferro (CPEF), empresa que se tornou posteriormente a FEPASA (Ferrovias Paulistas S/A), a reportagem destaca a falta de acordo entre patrões e empregados, o que gerou a criação de um “dissídio coletivo” entre o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Paulista e a Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Como curiosidade, lembramos que o consultor jurídico do Sindicato, aquela época, era Francisco Amaral, que ocupou posteriormente a Prefeitura de Campinas. O presidente do poderoso sindicato dos ferroviários era o conhecido deputado Harry Normanton.

Dentre os diversos fatos ocorridos naqueles dias, destacava-se que “o trem de pagamento da Companhia Paulista” estaria retido em Bebedouro, prejudicando a força do movimento paredista. Informando sobre a situação da greve, a reportagem destaca as “divisões” da ferrovia, mostrando em que situação se encontravam seus trechos.

Segundo o relato, a chamada “primeira divisão”, que compreendia o trecho entre Jundiaí e Rio Claro, encontrava-se paralisado, exceção feita à área de Cordeirópolis, com apenas 40 homens trabalhando. A reportagem não informa que tipo de trabalho estava sendo realizado e, ainda, se podíamos intitula-los de “fura-greves”. O destaque importante era a chamada “quarta divisão” da ferrovia, compreendendo o trecho de Itirapina a Dracena, que se encontrava “paralisado, com pressão da polícia em Itirapina”, ressaltando a importância e o significado do ramal de Itirapina, o único que recebeu repressão policial nestes dias.

Mais de quinze dias depois, o jornal destaca pequena nota sobre a situação reinante na Câmara Municipal de Cordeirópolis, indicando que, desde 1º de janeiro até o final do mês de março não havia sessões da Câmara Municipal, cujas reuniões eram feitas nos dias 1º e 15 de cada mês. Lembramos que, mesmo em funcionamento há mais de dez anos, a Câmara ainda não tinha Regimento Interno próprio, seguindo o de Limeira. Somente no fim deste ano, dentro das comemorações do 12º aniversário de emancipação de Cordeirópolis, é que vai ser promulgado o primeiro Regimento do Legislativo local.

A reportagem destaca o impasse gerado entre o Legislativo e o Executivo, uma vez que o primeiro não tinha autonomia financeira, e dependia exclusivamente dos repasses do segundo para pagamento de suas despesas. O fato se deu devido à negativa do Prefeito em pagar os salários do assistente de secretário da Câmara, devido a não reunião da Edilidade. A situação insustentável obrigou o Legislativo a se manifestar pela imprensa, visando a resolução do problema.
Em 3 de junho de 1960, foi destacado o itinerário do “Expresso da Vitória”, que percorreu diversas estações da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, dentro da campanha de Jânio Quadros à Presidência da República. Destaca a reportagem que nesta semana, o ex-governador de São Paulo recebeu um título de “Cidadão Honorário” de Cordeirópolis, destacando o correspondente que a viagem do candidato formava “pequenas multidões compostas de ferroviários da Companhia Paulista”.

Em 7 de setembro de 1960, o jornal destaca os acontecimentos causados pela quebra do “Banco Central dos Municípios”. Autorizado a funcionar pelo Decreto nº 41.554, de 21 de maio de 1957, o “Banco Central dos Municípios, Sociedade Cooperativa", constituiu-se, na Cidade de São Paulo, Capital do Estado do mesmo nome, tendo como área de ação, os Estados de São Paulo, Mato Grosso, Goiás, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro, todos limítrofes, após o que, deverá, nos termos da lei e dentro de 120 dias, registra-se no Serviço de Economia Rural do Ministério da Agricultura.”

A impressão é que o banco não teve existência considerável, já sofreu concordata neste mês de setembro. Segundo a reportagem inicial, ocorreram “incidentes no último domingo”, 4 de setembro, o que teria gerado “reforço de policiamento, com quatro viaturas”, após a retirada dos móveis da residência do gerente Elmo Bergamini. A reportagem destaca a internação, em Limeira, de Palmiro Tomazela, atingido por disparos de arma de fogo durante os incidentes.
Quatro dias depois, no dia 11, reportagem complementar destaca os motivos da “rebelião”; segundo o jornalista, populares tentaram linchar o gerente do Banco Central dos Municípios, após pedido de concordata encaminhado ao Judiciário. Segundo a descrição, a agência local movimentava o dinheiro de seus depositantes sem pagamento de juros ou permitir retiradas, devido à situação precária em que se encontrava. O desespero dos depositantes, ao verem suas economias sumirem como fumaça, gerou a invasão da residência do gerente do banco, terminando em um conflito generalizado. A situação pode ter se normalizado nos dias que se seguiram, pois nada mais foi encontrado sobre o assunto.

Em 23 de novembro de 1960, em virtude da “iminente greve dos ferroviários da Companhia Paulista”, destacou-se uma reunião realizada em Cordeirópolis, no sindicato de trabalhadores, sobre a adesão ao movimento. Um mês depois, em 22 de dezembro, desta vez destaca-se os eventos de comemoração do 12º aniversário de emancipação de Cordeirópolis.

Segundo o texto, estavam sendo realizadas uma mostra agroindustrial e um desfile com carros alegóricos, bandas e fanfarras. Segundo a programação, concentrada no dia 24 de dezembro, véspera de Natal, dia em que a criação do Município de Cordeirópolis foi assinada pelo então governador de São Paulo, Ademar de Barros, às 5 da manhã haveria alvorada com a Corporação Musical 1º de Janeiro; às 7 horas, sessão solene da Câmara Municipal; às 8 horas, missa campal na Praça João Pessoa, atual Jamil Abrahão Saad; 9 horas, desfile com fanfarras e, finalmente, às 16 horas, jogo de futebol entre os Veteranos Paulistas e os veteranos do Clube Atlético Juventus, precedido de partida entre os times locais: Brasil A.C. x C.A. Juventus.

O ano de 1962 se inicia com reportagem de 6 de fevereiro, destacando as medidas preventivas contra o tifo, ou febre tifoide, em Limeira; segundo o texto, seriam aplicados 4 milhões de cruzeiros para cloração dos mananciais do Morro Azul e Cascalho, sendo necessário, segundo o mesmo texto, um investimento de 200 milhões de cruzeiros, ou seja, 50 vezes mais, para captação de água do Rio Piracicaba para a Estação de Tratamento de Água a ser construída naquela cidade.

Em 11 de abril, pequena reportagem destaca o posicionamento contrário do então prefeito de Cordeirópolis, Cássio de Freitas Levy, à encampação da S.A. Central Elétrica de Rio Claro, empresa particular de capital nacional que enfrentava dificuldades para fornecimento de energia elétrica à sua área de concessão. Mesmo com este fato, a encampação da SACERC foi decidida em 1966, quando se criou a CESP (Centrais Elétricas de São Paulo), posteriormente privatizada naquilo que é hoje a concessionária Elektro. No dia seguinte, destaca-se a inauguração do prédio da Caixa Econômica Estadual, situado à Praça João Pessoa, nº 210. Este prédio sediou o banco até a década de 1980, quando foi transferido para o edifício atual, situado na Rua Visconde do Rio Branco. Com a incorporação da antiga Nossa Caixa ao Banco do Brasil, o prédio passou a sediar a agência deste estabelecimento bancário.

No mesmo mês, se destaca que “a falta de chuvas está prejudicando a lavoura de feijão, com risco de perda total da safra. Alguns arrozais estão sofrendo os efeitos da estiagem.” Ainda assim, destacava-se a conclusão, para breve, do prédio da Casa da Lavoura, fato que destacamos em publicação na imprensa local em 2012, na ocasião dos 50 anos do início do seu funcionamento.

Em 29 de maio de 1962, destaca-se anúncio, publicado próximo de outros semelhantes de outras cidades do Estado, convocando os trabalhadores rurais de Cordeirópolis para a criação do seu Sindicato. Em virtude dos acontecimentos ocorridos anos depois, não sabemos se a instituição chegou a funcionar, mas percebe-se que a ação foi feita pela Igreja Católica, através dos Círculos Operários e da Juventude Operária Católica, atuantes durante o período democrático do século XX no País.

Em 28 de agosto, destaca-se um acidente ocorrido com um caminhão de propriedade de Benedito Iaquinta, dirigido por Antonio Dolfi, que transportava mais de 60 pessoas para assistir a uma partida de futebol em Araras. Segundo a reportagem, o caminhão desviou-se da Via Anhanguera para “evitar a fiscalização” que reprimia o transporte de pessoas por este meio, e ao passar por um trecho de Cordeirópolis, o caminhão tombou, gerando mortos e feridos, cujos nomes foram descritos, e todos pertenciam a Limeira.

Em outubro, destacou-se a “misteriosa mortandade de peixes” na Represa do Cascalho, sendo descoberto posteriormente que se deveu a uma bomba jogada naquele manancial. Em janeiro de 1963, destacou-se, em pequena nota junto de outras semelhantes, o afogamento acidental que acabou vitimando Aristides Chiaradia, um adolescente morador do Bairro do Cascalho.

Em fevereiro do mesmo ano, o jornal destaca um “conflito entre ex-soldados do Exército que deram baixa e milicianos da Força Pública”, isto é, policiais militares. Segundo a descrição, os ex-soldados, vindos de Pirassununga, encerrado seu período de serviço militar, teriam descido na estação de Cordeirópolis e se dirigido à cidade, onde promoviam “algazarras em via pública”.

O incômodo provocado chamou a atenção do Delegado de Polícia, cujo nome não é citado, que tentou tomar atitudes; ainda assim, os baderneiros “não atenderam ao delegado”, gerando um tiroteio com prisões e autuações em flagrante. Realmente deve ter sido um fato de bastante relevância na cidade, especialmente naquele momento em que ela não passava da Vila Nova Brasília e devia ter aproximadamente 4.000 habitantes.

Em agosto de 1964, meses após ao golpe civil-militar que encerrou o governo democraticamente eleito de João Goulart, o Estadão destaca a exibição em Cordeirópolis, na Sede Social Católica, do filme “Roteiro dos Pampas”. Segundo a Cinemateca Brasileira, o documentário “mostra fases do decorrer de uma viagem ao sul do Brasil e todas as fases de obtenção do mate, do café e do pinho (Paraná), do carvão (Santa Catarina), da carne, do trigo, da uva e do pescado (Rio Grande do Sul), além das mais características paisagens da região: as capitais e as cidades importantes, os arenitos de Vila Velha, a alcantilada serra do Paranaguá, as Sete Quedas e a Foz do Iguaçu, a imensa lagoa dos Patos, as vastas planícies gaúchas e o arroio Chuí."

O filme recebeu o Prêmio Especial, Prêmio Saci em 1963, Menção Honrosa para o roteiro de Rubens Rodrigues dos Santos e Prêmio Governador do Estado de São Paulo no mesmo ano. Produzido pelo jornal “O Estado de São Paulo”, por José Vieira de Carvalho Mesquita. De acordo com seus realizadores, o “documentário foi produzido pelo jornal com objetivos exclusivamente didáticos, visando a ilustração dinâmica das grandes reportagens que regularmente publica. A filmagem não contou com recursos especiais de ordem técnica, as cenas foram espontâneas, os personagens não são profissionais de cinema. Uma câmera portátil, incluída na bagagem de um jornalista itinerante, permitiu que se fixassem de improviso os mesmos quadros que o expectador veria se ele próprio partisse para o Sul, seguindo o Roteiro dos Pampas."

Em 11 de dezembro, é apontada a “falta de água devido ao racionamento, sendo que as represas do Cascalho e da Graminha estão com seus níveis baixos”. Mais de um mês depois, no final de janeiro de 1965, destaca-se o alívio da situação: “Com as últimas chuvas caídas no município de Limeira, a represa do Cascalho, que abastece grande parte da população, recuperou 70% de sua capacidade. Contudo, depende da continuação das chuvas.”

Em 9 de março de 1965, publica-se o resultado da eleição para prefeito e vice realizada em Cordeirópolis, onde saiu vencedor Luiz Beraldo, do PSP, com 1.214 votos, sendo eleito Teleforo Sanchez Felix como vice-prefeito, com 1.192 votos. Lembramos que a eleição na época era feito separadamente para os dois cargos, chegando à situação em que membros de partidos diferentes fossem eleitos para o governo de uma mesma cidade. A situação só foi corrigida a partir da eleição seguinte, em 1969. Vale destacar que a cidade tinha, naquele momento, 2.226 eleitores e a vitória de Beraldo se deu com mais de 50% do eleitorado.

Em setembro, uma reunião visando a união de forças. Em pleno regime militar, aconteceu em Cordeirópolis a reunião do “Bloco Municipalista”, visando: resolver o problema de energia elétrica da região; apelar ao Governo do Estado para que o IAA (Instituto do Açúcar e do Álcool) tomasse providências em função do prejuízo que estava sendo causado aos plantadores de cana; o apressamento das obras da estrada de Rio Claro a Araras e a que ligaria Mogi Mirim, Conchal e Araras, além de cessão de pessoal habilitado da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP para elaboração de Planos Diretores.

Participaram da reunião representantes de Rio Claro, Limeira, Araras, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Leme, Pirassununga, Santa Cruz da Conceição, Artur Nogueira, Santo Antonio de Posse, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Iracemápolis, Itirapina, Ipeuna e Corumbataí. Não sabemos as consequências desta reunião, mas é relevante a proposta, em um momento em que havia uma “ditadura militar”.

Em 17 de setembro de 1967, noticia-se a decisão do Tribunal de Justiça decretando o despejo do Posto de Saúde de Cordeirópolis, que deveria estar situado ao lado da Prefeitura. Registra a reportagem a falta de ação do poder público, especialmente o Governo do Estado, uma vez que um terreno de 840 m2 já tinha sido doado em agosto de 1961, mas nenhuma obra tinha sido feita até o momento. A doação a que se refere a reportagem foi feita pela Lei nº 288, de 12 de julho de 1961.

Durante o ano de 1969, novas reportagens destacam os investimentos e as necessidades de Cordeirópolis na área de abastecimento de água e energia elétrica. Em uma oportunidade, fala sobre a construção de uma barragem para represamento de água, em área de aproximadamente 7 alqueires, no Bairro do Barro Preto, e que deveria servir para “necessidades industriais das empresas”. 
Quanto à energia elétrica, reclama-se da CESP, sucessora da Central Elétrica de Rio Claro, classificando o fornecimento de energia de “precário e deficiente”, com “oscilações de voltagem” e “cortes de energia frequentes”. Deveria ser realmente “muito bom” morar em Cordeirópolis nesta época, tanto que este período foi o de menor crescimento populacional, sem contar que a população rural ainda era maior que a urbana.

Em 26 de setembro, destaca-se a participação vitoriosa na 2ª Olimpíada Matemática do Estado do “matemático-mirim” João Martinez Júnior, aluno do 1º ano “C” do Ginásio Estadual de Cordeirópolis. Uma breve pesquisa na internet acusou a presença de uma pessoa com este nome morando atualmente em Campinas, tendo trabalhado no antigo Banco Nossa Caixa, estando atualmente aposentado, e tendo cursado Economia. Caso haja mais informações, gostaríamos de ter conhecimento.

Dois dias depois, destaca-se que “Cordeirópolis não fez racionamento”, mesmo com a Represa do Cascalho chegando a 30% de sua capacidade. Citou-se a existência da Represa do Picolini, que estaria cheia, e que suas águas estavam sendo transportadas em caminhões pipa. Segundo a mesma reportagem, as represas do Barro Preto e do Ozelo, conhecidas como “primeira e segunda represa” do Barro Preto, estariam somente com 10% de sua capacidade, o que seria um espetáculo considerável e preocupante.
 
A reportagem lembra o fato ocorrido há cinquenta anos, em 1964, quando o nível da Represa do Cascalho teria chegado a zero, e a cidade contava somente com “dois poços artesianos de pouca produção”. A situação daquele momento se considerava mais tranquila, apesar de preocupante, uma vez que Limeira não captava mais água da Represa do Cascalho, fato que se encerrou durante o ano de 1967.

Nesta reportagem, fala-se sobre a construção de “uma nova represa na Fazenda Bombocado” e a implantação de mais dois poços artesianos, além da criação de uma Estação de Tratamento de Água, já que a água servida à população continha “elevado grau de poluição”.

Encerrando nossas pesquisas no período citado, destacamos reportagem de 4 de fevereiro de 1970, em que se ressalta a situação do abastecimento público de água em Cordeirópolis. Segundo o articulista anônimo, as águas de Cordeirópolis estavam imprestáveis para o consumo, cheias de detritos e produtos químicos e orgânicos; a água da represa do Cascalho estaria “quase parda”, pois suas margens estariam sendo utilizadas por particulares com pasto e terras de plantio.

Encerrando a reportagem, assim se expressa o articulista não-identificado: “A responsabilidade pelas deficiências pertence às administrações municipais anteriores que, ao invés de cuidar dessa e de outras obras prioritárias, preocuparam-se mais com asfaltamento, passeio em estilo português e outros embelezamentos de importância secundária”.
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